sábado, 23 de janeiro de 2016

Capas para cadernos!






Tabuada para plastificar!


Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016



Abertura, Encerramento e Lema

Acontecerão, no mês de agosto de 2016 na cidade do Rio de Janeiro (Brasil), os XXXI Jogos Olímpicos de Verão. A abertura será realizada  no dia 5 de agosto. A cerimônia de encerramento ocorrerá no dia 21 de agosto. O lema dos jogos será "Viva sua paixão". As duas cerimônias acontecerão no Estádio do Maracanã.

O estádio do Maracanã está sendo totalmente reformado e modernizado. Sua capacidade será de 82.000 espectadores. 

As cerimônias de abertura e encerramento serão vistas pela televisão por, aproximadamente, 4,5 bilhões de pessoas no mundo todo (estimativa).

A expectativa é de que participem, nas Olimpíadas 2016, cerca de 12.500 atletas de 206 nações.

Modalidades

Ao todo serão disputadas 28 modalidades olímpicas, duas a mais (Rúgbi de sete e Golfe) do que as dos Jogos Olímpicos de 2012.

Mascotes

As Olimpíadas dos Rio 2016 contará com dois animados mascotes. Representando a fauna e a flora, eles são: Vinícius (representa os animais do Brasil) e Tom (representa as plantas do Brasil). Os nomes são justas homenagens a dois grandes compositores da música popular brasileira: Vinícius de Moraes e Tom Jobim.

Locais de competição:

Zona Barra

- Centro Olímpico de Treinamento: basquetebol, handebol, judô, lutas e taekwondo
- Centro Olímpico de Hóquei: hóquei sobre a grama
- Centro Olímpico de Tênis: tênis
- Velódromo Olímpico do Rio: ciclismo de pista
- Centro Aquático Maria Lenk: polo aquático e saltos ornamentais
- Estádio Olímpico de Desportos Aquáticos: nado sincronizado e natação
- Arena Olímpica do Rio: ginástica artística, ginástica rítmica e ginástica de trampolim
- Riocentro: badminton, halterofilismo e tênis de mesa e boxe.
- Condomínio Reserva Uno: golfe

Zona Deodoro

- Centro Nacional de Hipismo: hipismo
- Centro Nacional de Tiro: tiro esportivo
- Parque do Pentatlo Moderno: pentatlo moderno
- Arena de Deodoro: esgrima
- Parque Radical: BMX, canoagem slalom e mountain bike

Zona Maracanã

- Estádio do Maracanã: cerimônias de abertura e encerramento e finais do futebol. 
- Estádio Olímpico João Havelange: competições de atletismo. 
- Praia de Copacabana: sede da maratona aquática, do voleibol de praia e do triatlo. 
- Ginásio do Maracanãzinho: voleibol
- Sambódromo da Marquês de Sapucaí: tiro com arco e chegada da maratona
- Estádio São Januário: rugby de sete

Zona Copacabana

- Lagoa Rodrigo de Freitas: canoagem velocidade e remo
- Praia de Copacabana: maratona aquática,  voleibol de praia e triatlo
- Marina da Glória: vela
- Parque do Flamengo: ciclismo de estrada e marcha atlética





Estádio do Maracanã: cerimônias de abertura, encerramento e finais do futebol.






Áreas não esportivas

- IBC/MPC
- Praia Olímpica
- Vila de Mídia
- Vila Olímpica

Saiba mais:

- Em 2020, as Olimpíadas ocorrerão na cidade do Tóquio (capital do Japão).


Que tal trabalhar em sala de aula ?
























quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Educação inclusiva

O movimento  mundial  pela  inclusão  é  uma  ação  política,  cultural,  social e  pedagógica,  desencadeada  em  defesa  do  direito  de  todos  os  alunos  de estarem  juntos,  aprendendo  e  participando,  sem  nenhum  tipo  de  discriminação.  A  educação  inclusiva  constitui  um  paradigma  educacional  fundamentado  na  concepção  de  direitos  humanos,  que  conjuga  igualdade  e diferença  como  valores  indissociáveis,  e  que  avança  em  relação  à  ideia  de equidade  formal  ao  contextualizar  as  circunstâncias  históricas  da  produção da  exclusão  dentro  e  fora  da  escola. Ao  reconhecer  que  as  dificuldades  enfrentadas  nos  sistemas  de  ensino evidenciam  a  necessidade  de  confrontar  as  práticas  discriminatórias  e  criar alternativas  para  superá-las,  a  educação  inclusiva  assume  espaço  central no  debate  acerca  da  sociedade  contemporânea  e  do  papel  da  escola  na superação  da  lógica  da  exclusão.  A  partir  dos  referenciais  para  a  construção  de  sistemas  educacionais  inclusivos,  a  organização  de  escolas  e classes  especiais  passa  a  ser  repensada,  implicando  uma  mudança  estrutural  e  cultural  da  escola  para  que  todos  os  alunos  tenham  suas  especificidades  atendidas. Nesta  perspectiva,  o  Ministério  da  Educação/Secretaria  de  Educação Especial  apresenta  a  Política  Nacional  de  Educação  Especial  na  Perspectiva  da  Educação  Inclusiva,  que  acompanha  os  avanços  do  conhecimento  e das  lutas  sociais,  visando  constituir  políticas  públicas  promotoras  de  uma educação de qualidade para todos os alunos.
A  escola  historicamente  se  caracterizou  pela  visão  da  educação  que delimita  a  escolarização  como  privilégio  de  um  grupo,  uma  exclusão  que  foi legitimada  nas  políticas  e  práticas  educacionais  reprodutoras  da  ordem social.  A  partir  do  processo  de  democratização  da  educação  se  evidencia  o paradoxo  inclusão/exclusão,  quando  os  sistemas  de  ensino  universalizam  o acesso,  mas  continuam  excluindo  indivíduos  e  grupos  considerados  fora dos  padrões  homogeneizadores  da  escola.  Assim,  sob  formas  distintas,  a exclusão  tem  apresentado  características  comuns  nos  processos  de  segregação  e  integração  que  pressupõem  a  seleção,  naturalizando  o  fracasso escolar.   A  partir  da  visão  dos  direitos  humanos  e  do  conceito  de  cidadania  fundamentado  no  reconhecimento  das  diferenças  e  na  participação  dos  sujeitos,  decorre  uma  identificação  dos  mecanismos  e  processos  de  hierarquização  que  operam  na  regulação  e  produção  das  desigualdades.  Essa problematização  explicita  os  processos  normativos  de  distinção  dos  alunos em  razão  de  características  intelectuais,  físicas,  culturais,  sociais  e  linguísticas,  entre  outras,  estruturantes  do  modelo  tradicional  de  educação  escolar.   A  educação  especial  se  organizou  tradicionalmente  como  atendimento educacional  especializado  substitutivo  ao  ensino  comum,  evidenciando diferentes  compreensões,  terminologias  e  modalidades  que  levaram  a criação  de  instituições  especializadas,  escolas  especiais  e  classes  especiais.  Essa  organização,  fundamentada  no  conceito  de  normalidade/anormalidade,  determina  formas  de  atendimento  clínico  terapêuticos fortemente  ancorados  nos  testes  psicométricos  que  definem,  por  meio  de diagnósticos,  as  práticas  escolares  para  os  alunos  com  deficiência. No  Brasil,  o  atendimento  às  pessoas  com  deficiência  teve  início  na época  do  Império  com  a  criação  de  duas  instituições:  o  Imperial  Instituto dos  Meninos  Cegos,  em  1854,  atual  Instituto  Benjamin  Constant  –  IBC,  e  o Instituto  dos  Surdos  Mudos,  em  1857,  atual  Instituto  Nacional  da  Educação dos  Surdos  –  INES,  ambos  no  Rio  de  Janeiro.    No  início  do  século  XX  é fundado  o  Instituto  Pestalozzi  -  1926,  instituição  especializada  no  atendimento  às  pessoas  com  deficiência  mental;  em  1954  é  fundada  a  primeira Associação  de  Pais  e  Amigos  dos  Excepcionais  –  APAE  e;  em  1945,  é criado  o  primeiro  atendimento  educacional  especializado  às  pessoas  com superdotação  na  Sociedade  Pestalozzi,  por  Helena  Antipoff. Em  1961,  o  atendimento  educacional  às  pessoas  com  deficiência  passa  ser  fundamentado  pelas  disposições  da  Lei  de  Diretrizes  e  Bases  da Educação  Nacional,  Lei  nº.  4.024/61,  que  aponta  o  direito  dos  “excepcionais”  à  educação,  preferencialmente  dentro  do  sistema  geral  de  ensino. A  Lei  nº.  5.692/71,  que  altera  a  LDBEN  de  1961,  ao  definir  ‘tratamento especial’  para  os  alunos  com  “deficiências  físicas,  mentais,  os  que  se encontrem  em  atraso  considerável  quanto  à  idade  regular  de  matrícula  e  os superdotados”,  não  promove  a  organização  de  um  sistema  de  ensino  capaz de  atender  as  necessidades  educacionais  especiais  e  acaba  reforçando  o encaminhamento  dos  alunos  para  as  classes  e  escolas  especiais. Em  1973,  é  criado  no  MEC,  o  Centro  Nacional  de  Educação  Especial  – CENESP,  responsável  pela  gerência  da  educação  especial  no  Brasil,  que, sob  a  égide  integracionista,  impulsionou  ações  educacionais  voltadas  às pessoas  com  deficiência  e  às  pessoas  com  superdotação;  ainda  configuradas  por  campanhas  assistenciais  e  ações  isoladas  do  Estado.  

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

10 dicas para professores de Educação Infantil

Muitas vezes as crianças estão agitadas em sala de aula e acabam contrariando e criando birra para realizar as atividades propostas em classe. Para melhorar o engajamento por parte destes alunos, nada melhor que propor soluções que mostrem a eles que até as atividades de rotina em sala de aula podem ser bastante divertidas.

Os prêmios podem ser uma maneira excelente de incentivarem as crianças a participarem da aula com frequência, já que estarão cientes de que serão recompensadas ao final de cada atividade que possa parecer cansativa.

Reunimos aqui 10 dicas de professores da Educação Infantil para lidar com os alunos. Confira:

Dica 1:
Se você quiser que as crianças te escutem, baixe sua voz ao invés de subi-la, isso força as crianças a prestarem atenção. Use dinâmicas para despertar o interesse dos alunos: “Quem estiver escutando, coloque a mão na orelha”, por exemplo.
Dica 2:
Ao propor uma atividade que as crianças não gostem, marque 1 minuto no relógio para elas criticarem a tarefa e explicarem o porquê da insatisfação, depois é hora de trabalhar e por último avaliar as críticas para uma próxima vez.
Dica 3:
Se as crianças não estão escrevendo direito ou não se concentram, sugira aos pais que eles incentivem o aluno a escrever pelo menos uma frase por dia quando estiver em casa, isso facilita o engajamento no dia seguinte.
Dica 4:
Crie um concurso que premia a carteira ou mesa mais organizada da sala. Quando seus alunos estiverem em atividades fora da classe, deixe pequenos prêmios ou selos para os espaços mais organizados. Como eles nunca sabem quando a premiação vai acontecer, sempre irão manter o espaço organizado.
Dica 5:
Para acalmar os estudantes e focá-los novamente, diminua a intensidade das luzes da sala durante um pequeno período após o intervalo ou o almoço.
Dica 6:
As crianças não reclamam quando elas acham que têm o controle da situação. Ao dar uma atividade, ofereça duas opções de escolha. Mesmo que as duas sejam favoráveis a você, os alunos não irão reclamar, pois tiveram a liberdade de escolher.
Dica 7:
Se quiser que as crianças recolham os brinquedos no final da atividade, nomeie as prateleiras e coloque fotos para separá-los por categoria. Fazendo isso, eles cumprirão com a tarefa como se ainda estivessem brincando.
Dica 8:
Se depois da atividade a sala de aula fica uma bagunça, faça uma brincadeira para recolher os objetos: desafie as crianças a procurarem e guardarem o objeto mágico. No final, dê um prêmio ao aluno que guardar o item escolhido.
Dica 9:
Sempre que precisar comunicar algo importante às crianças, faça com que elas olhem para você. “Olhem para minha boca, preciso dizer algo importante”, pode ser uma forma de chamar a atenção.
Dica 10:
Para incentivar as crianças a prestarem atenção na aula, faça um pote e compre bolinhas de gude para jogar dentro. Sempre que elas ficarem quietas, sem avisar, coloque uma bolinha lá dentro. O som da bolinha caindo vai chamar a atenção das crianças. Quando o pote estiver cheio, dê algum tipo de recompensa aos alunos, como uma atividade externa ou uma festa.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

15 de outubro Dia do Professor

Ser professor é professar a fé
e a certeza de que tudo terá valido a pena
se o aluno se sentir feliz pelo que aprendeu
com você e pelo que ele lhe ensinou...

Ser professor é consumir horas e horas
pensando em cada detalhe daquela aula,
que mesmo ocorrendo todos os dias,
é sempre única e original...

Ser professor é entrar cansado numa
sala de aula e, diante da reação da turma,
transformar o cansaço numa aventura
maravilhosa de ensinar e aprender...

Ser professor é importar-se com o outro
numa dimensão de quem cultiva
uma planta muito rara que necessita
de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é ter a capacidade de
"sair de cena, sem sair do espetáculo".
Ser professor é apontar caminhos,
mas deixar que o aluno caminhe
com seus próprios pés...

Feliz dia dos Professores!